Magistrado compartilha seus interesses pessoais e sua trajetória profissional
O juiz do Trabalho George Falcão é um exemplo de que a magistratura vai muito além das salas de audiência. Antes de assumir a toga, sua vida já era marcada pela presença constante da música. Na adolescência, foi vocalista de bandas na época do Colégio Marista, entre elas a Águia Azul, que mais tarde evoluiu para novos projetos, como a banda Barril de Chope.
Com o tempo, porém, a dedicação aos estudos para o concurso público exigiu uma escolha: seguir a carreira jurídica. Mesmo assim, a música permaneceu como um hobby que, vez ou outra, retorna com força. Alguns colegas de Tribunal também compartilham desse interesse, o que possibilita encontros musicais entre magistrados ao longo do ano.

Atualmente, o juiz dedica mais tempo aos esportes — vôlei de praia, corrida e tênis — práticas que considera essenciais para manter a qualidade de vida. “Esses hobbies são como um remédio diário. Precisamos colocá-los como prioridade”, afirma. Para ele, a organização da rotina é fundamental para conciliar trabalho, vida pessoal e atividades que proporcionam bem-estar.
George destaca ainda como seus interesses influenciam sua atuação profissional: “O esportista é mais aguerrido, quer vencer. O músico tem carisma com o público. Esses traços ajudam até nas funções jurisdicionais.” Segundo ele, essas vivências contribuem para sua postura humana diante dos casos que chegam todos os dias à Justiça do Trabalho.

A história de George Falcão reforça que magistrados também são cidadãos com paixões, vivências e buscas pessoais, e que esse lado humano fortalece o compromisso com a Justiça.
Por B2B Comunicação Integrada
