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	<title>Amatra 13</title>
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	<description>Associação dos Magistrados do Trabalho da 13ª Região</description>
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	<title>Amatra 13</title>
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		<title>A escrita como escuta: a crônica na trajetória de Ana Paula Cabral Campos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[B2B Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 11:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Juíza do Trabalho em Campina Grande, compartilha como a escrita de crônicas se tornou espaço de elaboração das vivências humanas do Judiciário e ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Juíza do Trabalho em Campina Grande, compartilha como a escrita de crônicas se tornou espaço de elaboração das vivências humanas do Judiciário e instrumento de sensibilidade na magistratura.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-5194" src="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/FOTO-111-300x200.jpg" alt="" width="598" height="398" srcset="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/FOTO-111-300x200.jpg 300w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/FOTO-111-1024x684.jpg 1024w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/FOTO-111-768x513.jpg 768w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/FOTO-111-1536x1026.jpg 1536w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/FOTO-111-2048x1368.jpg 2048w" sizes="(max-width: 598px) 100vw, 598px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leitura e escrita sempre estiveram presentes na vida da juíza do Trabalho Ana Paula Cabral Campos. Titular da 5ª Vara do Trabalho de Campina Grande, com quase três décadas de atuação na magistratura trabalhista, ela conta que o interesse pelas crônicas surgiu muito antes da carreira jurídica — ainda na adolescência —, mas encontrou espaço real ao longo da vida profissional como uma necessidade íntima e transformadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inicialmente sem qualquer pretensão literária, a escrita apareceu como forma de organizar sentimentos, digerir experiências e processar emoções que não encontravam outro caminho de expressão, como ela detalha abaixo no vídeo.</span></p>
<p><strong><em> No vídeo abaixo, Ana Paula Cabral relata como foi o início da escrita como hobby e terapia.</em></strong></p>
<p><iframe title="Entrevista: Ana Paula Cabral Campos fala sobre escrita, memória e trajetória na magistratura" width="563" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/_zqqmA9Bhi8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3><b>O conflito humano que atravessa a escrita</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A atuação na Justiça do Trabalho, marcada pelo contato diário com conflitos, frustrações e expectativas, inevitavelmente atravessa a produção literária da magistrada — mesmo quando o tema da crônica não é o trabalho em si.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Ana Paula, o ambiente forense é um espaço de intensa carga emocional. As dores das partes, muitas vezes absorvidas durante audiências e depoimentos, passam a ser elaboradas internamente e encontram na escrita uma via de transformação.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“O que eu vivo lá atravessa a minha escrita, porque atravessa a minha própria alma”</span></i><span style="font-weight: 400;">, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A juíza reconhece que cada magistrado desenvolve sua própria forma de lidar com essas vivências. No seu caso, a escolha foi absorver, refletir e transformar.</span></p>
<h3><b>Escrever para escutar melhor</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A prática da escrita também influencia diretamente a forma como a magistrada escuta. Segundo ela, o hábito de escrever amplia o olhar, aprofunda a sensibilidade e qualifica a escuta no ambiente de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada testemunho, cada fala das partes, passa a ser percebido para além do que é dito objetivamente. Há um exercício constante de tentar compreender o que está por trás das palavras, das emoções e dos silêncios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><i><span style="font-weight: 400;">É como se aquilo já estivesse sendo escrito dentro de mim”</span></i><span style="font-weight: 400;">, descreve.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa escuta mais expandida contribui para uma atuação que vai além do rigor da norma jurídica, sem afastar-se dela, mas incorporando uma dimensão humana indispensável à Justiça do Trabalho. </span></p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-5193 alignleft" src="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/FOTO-2-300x200.jpeg" alt="" width="483" height="322" srcset="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/FOTO-2-300x200.jpeg 300w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/FOTO-2-1024x684.jpeg 1024w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/FOTO-2-768x513.jpeg 768w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/FOTO-2-1536x1026.jpeg 1536w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/FOTO-2-2048x1368.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 483px) 100vw, 483px" /></p>
<p><b>As brechas do tempo e a escrita possível</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio a prazos, audiências, viagens e à criação de quatro filhos, a escrita nunca teve hora marcada. Ela surgia nas brechas do cotidiano: durante deslocamentos para o interior, em viagens de ônibus, em intervalos improváveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses momentos, mesmo curtos, eram suficientes para produzir, revisar e organizar textos que mais tarde ganhariam forma definitiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><i><span style="font-weight: 400;">Uma hora, duas horas já eram muito para mim</span></i><span style="font-weight: 400;">”, conta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escrita, aos poucos, deixou de ser apenas um hobby e passou a ocupar um lugar essencial na vida da magistrada, funcionando como espaço de descanso mental e emocional.</span></p>
<p><strong><em>No vídeo a seguir, a magistrada conta como foi a experiência na produção do documentário com colegas.</em></strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Entrevista: Ana Paula Cabral Campos fala sobre experiência coletiva na produção de documentário" width="563" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/0rbzT0LgoyE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>

<p><span style="font-weight: 400;">A participação no projeto coletivo que resultou no lançamento de uma revista e de um documentário permitiu à magistrada compartilhar essa vivência da escrita com colegas magistrados, servidores e advogados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O trabalho reuniu crônicas, poesias e relatos inspirados no cotidiano do tribunal, revelando múltiplos olhares sobre a mesma realidade: a vida forense e os conflitos humanos que a atravessam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A crônica é um recorte do olhar sobre a vida real”, explica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência coletiva foi marcada pela troca, pela escuta e pelo aprendizado a partir da diversidade de percepções.</span></p>
<h3><b>Um convite aos colegas: não desistir dos próprios mundos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao final da entrevista, Ana Paula deixa uma mensagem aos colegas magistrados e associados da AMATRA-13: é preciso preservar os espaços que permitem florescer para além da função jurisdicional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo ela, dentro de cada pessoa existe um universo que precisa ser explorado — seja pela escrita, pela música, pelo esporte ou por qualquer outra forma de expressão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><i><span style="font-weight: 400;">O trabalho é só um aspecto da nossa vida</span></i><span style="font-weight: 400;">”, ressalta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo em períodos de maior sobrecarga, é possível encontrar tempo para aquilo que é essencial. Para a magistrada, não se trata de organização perfeita, mas de escolhas e prioridades.</span></p>
<h3><strong><em>Mensagem final </em></strong></h3>
<p><iframe loading="lazy" title="Entrevista: Ana Paula Cabral Campos incentiva o cultivo de hobbies e sonhos além da magistratura" width="563" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/UP-vwg9aNSo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Amatra-13 reforça a luta por igualdade, dignidade e trabalho decente em data comemorativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[B2B Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Celebrado em 20 de fevereiro, o Dia Mundial da Justiça Social chama a atenção para a necessidade de reduzir desigualdades e garantir direitos ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Celebrado em 20 de fevereiro, o Dia Mundial da Justiça Social chama a atenção para a necessidade de reduzir desigualdades e garantir direitos fundamentais como educação, saúde, trabalho digno e proteção social. A data é considerada importante para os magistrados trabalhistas, haja vista que reforça a compreensão de que o desenvolvimento social e econômico só é possível quando ninguém fica para trás e quando os direitos humanos são efetivamente respeitados.</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Amatra-13 acrdeita que a justiça social está diretamente ligada ao combate à pobreza, à exclusão social e às diversas formas de discriminação. Nesse contexto, a Justiça do Trabalho, que é operacionalizada por magistradas e magistrados, servidores e servidoras, funcionários, terceirizados e estagiários, além de advogadas e advogados, exerce papel central ao assegurar a aplicação da legislação trabalhista, promover o equilíbrio nas relações de trabalho e protege a parte mais vulnerável da relação laboral — o trabalhador e a trabalhadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, os desafios permanecem expressivos. Dados do IBGE indicam que o país ainda apresenta altos índices de desigualdade de renda, com impacto mais severo sobre mulheres, população negra e jovens. Segundo a PNAD Contínua, a informalidade atinge cerca de 4 em cada 10 trabalhadores, limitando o acesso a direitos básicos como previdência, férias e proteção contra despedidas arbitrárias. Além disso, o desemprego e a precarização das relações de trabalho seguem como obstáculos à promoção da justiça social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Paraíba, essa realidade também se reflete no cotidiano de milhares de trabalhadores e trabalhadoras que enfrentam vínculos informais, baixos salários e dificuldades de acesso a direitos trabalhistas. É nesse cenário que a atuação da Justiça do Trabalho paraibana, com o apoio institucional da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 13ª Região (AMATRA 13), torna-se essencial para a efetivação dos direitos sociais previstos na Constituição Federal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A AMATRA 13 tem se destacado na defesa da valorização da magistratura trabalhista, do fortalecimento da Justiça do Trabalho e da promoção de ações que ampliem o acesso à justiça e a conscientização social sobre direitos trabalhistas. A associação atua não apenas no âmbito jurídico, mas também no diálogo com a sociedade civil, instituições públicas e entidades representativas, reafirmando o compromisso com a democracia, a dignidade humana e o trabalho decente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Especialistas ressaltam que promover justiça social vai além de medidas assistenciais. Envolve investimentos estruturais em educação de qualidade, geração de empregos formais, valorização do trabalho e garantia de direitos humanos, além do fortalecimento das instituições que asseguram esses direitos. Nesse processo, a Justiça do Trabalho se consolida como instrumento indispensável para a redução das desigualdades sociais e para a construção de relações laborais mais justas e equilibradas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dia Mundial da Justiça Social é, portanto, um convite realizado pela AMATRA-13,  à reflexão e à ação coletiva. Mais do que uma data simbólica, o momento reafirma que a construção de uma sociedade mais justa passa pelo compromisso contínuo do poder público, das organizações e de cada cidadão. Para a AMATRA 13, celebrar esta data é reafirmar a defesa intransigente da Justiça do Trabalho, do Estado Democrático de Direito e da dignidade de quem vive do próprio trabalho.</span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Magistrado paraibano lança “Efeito 88”, romance que une viagem no tempo e as descobertas da adolescência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[B2B Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 15:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Obra do escritor Francisco de Assis Barbosa Junior, lançada em João Pessoa, conecta as gerações ao transportar um adolescente de 2021 para o ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Obra do escritor Francisco de Assis Barbosa Junior, lançada em João Pessoa, conecta as gerações ao transportar um adolescente de 2021 para o universo analógico dos anos 80.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">JOÃO PESSOA, PB –  A trajetória profissional e literária do juiz Francisco de Assis Barbosa Junior é marcada pela conciliação entre o rigor da lei e a liberdade da criação artística. Magistrado titular da 13ª Vara do Trabalho de João Pessoa (Amatra-13), o jurista acumula uma carreira dedicada à aplicação do Direito, com foco em tornar os processos e decisões mais acessíveis aos cidadãos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua carreira como magistrado é consolidada e conhecida no meio jurídico paraibano. No entanto, paralelamente à atuação na jurisdição trabalhista, Francisco desenvolve uma produção literária intensa e diversa, assinando obras que transitam entre o romance, a poesia e a literatura infantil, sempre com uma forte identidade nordestina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi dessa vocação dupla que nasceu seu mais recente trabalho, o romance “Efeito 88”, lançado no último dia 17 de outubro na Livraria do Luiz, no Mag Shopping, em João Pessoa. A obra, publicada sob o selo da editora independente Banm, mergulha no gênero da ficção científica para explorar as diferenças geracionais entre o mundo analógico dos anos 80 e a realidade digital de hoje.</span></p>
<p><figure id="attachment_5060" aria-describedby="caption-attachment-5060" style="width: 205px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-5060" src="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/8d8c579d-2ade-4d58-abf2-d58d2016f577-205x300.jpg" alt="" width="205" height="300" srcset="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/8d8c579d-2ade-4d58-abf2-d58d2016f577-205x300.jpg 205w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/8d8c579d-2ade-4d58-abf2-d58d2016f577-698x1024.jpg 698w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/8d8c579d-2ade-4d58-abf2-d58d2016f577-768x1126.jpg 768w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/8d8c579d-2ade-4d58-abf2-d58d2016f577.jpg 886w" sizes="auto, (max-width: 205px) 100vw, 205px" /><figcaption id="caption-attachment-5060" class="wp-caption-text">Foto enviada por Francisco Junior &#8211; Capa do Livro &#8220;Efeito 88&#8221;</figcaption></figure></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A trama acompanha Luiz, um adolescente que, em um dia comum de 2021, acorda inexplicavelmente no ano de 1988. O mundo à sua volta é ao mesmo tempo familiar e estranho: sua casa, sua escola e suas relações são as mesmas, mas agora integradas a uma realidade temporal que ele nunca viveu. “Sua casa e seu colégio são os mesmos, mas com características do passado. Seus amigos e sua família estão lá, agora perfeitamente integrados a um tempo que ele nunca viveu… ou será que viveu?”, instiga a sinopse do livro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O autor explica que a motivação para o livro surgiu em casa, ao tentar explicar ao seu filho adolescente, que tem a mesma idade que ele tinha em 1988, como era o cotidiano antes da internet. “Quis fazer esse recorte entre o digital e o analógico, mostrando como eram as relações, o colégio, o material didático e até os relacionamentos em uma era sem celulares ou redes sociais”, comenta Francisco. A narrativa é pontuada por 60 canções que tocavam nas rádios da época, fruto de uma detalhada pesquisa que busca imergir o leitor na atmosfera cultural da década.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre o Autor</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Francisco de Assis Barbosa Junior é um jurista, escritor e poeta pernambucano, radicado em Campina Grande desde meados da década de 1980. Sua trajetória literária é marcada pela forma natural com que une o rigor técnico do Direito às nuances da criação literária. Sua obra possui forte identidade nordestina e abrange romances, poesias, haikais e literatura infantil.</span></p>
<p><figure id="attachment_5062" aria-describedby="caption-attachment-5062" style="width: 169px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-5062" src="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-20-at-16.15.37-169x300.jpeg" alt="" width="169" height="300" srcset="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-20-at-16.15.37-169x300.jpeg 169w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-20-at-16.15.37-577x1024.jpeg 577w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-20-at-16.15.37-768x1364.jpeg 768w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-20-at-16.15.37-865x1536.jpeg 865w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-20-at-16.15.37.jpeg 901w" sizes="auto, (max-width: 169px) 100vw, 169px" /><figcaption id="caption-attachment-5062" class="wp-caption-text">Foto enviada por Francisco de Assis</figcaption></figure></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Onde Encontrar</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O livro “Efeito 88” está disponível para venda na Livraria do Luiz, em João Pessoa, no Cata-Livros, no Centro de Campina Grande, e também na plataforma online Amazon.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por B2B Comunicação Integrada<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-5177" src="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/capa-1-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" srcset="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/capa-1-300x169.jpg 300w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/capa-1-1024x576.jpg 1024w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/capa-1-768x432.jpg 768w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/capa-1-1536x864.jpg 1536w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/capa-1-388x220.jpg 388w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/02/capa-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></p>
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		<title>Entrevista: Antônio Cavalcante e o papel da música na vida do magistrado</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 11:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Juiz do Trabalho Antônio Cavalcante fala sobre magistratura, sensibilidade e o saxofone como expressão humana Entre processos, audiências e as exigências próprias da ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Juiz do Trabalho Antônio Cavalcante fala sobre magistratura, sensibilidade e o saxofone como expressão humana</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-5151" src="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/FOTO-ANTONIO-CAVAL-200x300.jpeg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/FOTO-ANTONIO-CAVAL-200x300.jpeg 200w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/FOTO-ANTONIO-CAVAL-684x1024.jpeg 684w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/FOTO-ANTONIO-CAVAL-768x1150.jpeg 768w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/FOTO-ANTONIO-CAVAL-1026x1536.jpeg 1026w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/FOTO-ANTONIO-CAVAL-1368x2048.jpeg 1368w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/FOTO-ANTONIO-CAVAL-scaled.jpeg 1709w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre processos, audiências e as exigências próprias da Magistratura do Trabalho, o juiz do trabalho Antônio Cavalcante encontrou na música — mais especificamente no saxofone — um espaço de sensibilidade, equilíbrio emocional e expressão humana. Titular da 1ª Vara do Trabalho de João Pessoa, ele compartilha como a arte dialoga com o exercício da jurisdição e contribui para a humanização do Judiciário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A relação de Antônio Cavalcante com a música teve início ainda na infância, influenciada pelo pai, professor de educação musical. Foi nesse ambiente que aprendeu teoria musical, leitura de partituras e deu os primeiros passos no clarinete. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Anos depois, já na vida adulta e antes da pandemia, decidiu se dedicar a um novo instrumento: o saxofone.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O contato com o instrumento despertou uma paixão que se consolidou com aulas e prática constante. Para o magistrado, a música exige atributos muito próximos daqueles demandados pelo exercício da magistratura, como disciplina, constância e sensibilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo ele, saber ouvir é uma virtude essencial tanto para quem julga quanto para quem interpreta uma partitura. Assim como no Direito, a música não se resume à observância de regras formais: exige interpretação, escuta atenta e envolvimento emocional, elementos que também permeiam a atividade jurisdicional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">📽️ </span><i><span style="font-weight: 400;">No vídeo abaixo, Antônio Cavalcante explica como a disciplina inerente ao Judiciário influencia diretamente sua dedicação ao saxofone.</span></i></p>
<p><a href="https://youtube.com/shorts/l3_HMKOMCUU?feature=share">https://youtube.com/shorts/l3_HMKOMCUU?feature=share </a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o juiz, iniciativas culturais no âmbito institucional e associativo desempenham papel relevante ao aproximar a magistratura da sociedade. Ao revelar que magistrados e magistradas são pessoas com interesses, hobbies e trajetórias diversas, essas ações contribuem para fortalecer vínculos, promover empatia e reduzir a percepção de distanciamento entre o Judiciário e os jurisdicionados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na avaliação de Antônio Cavalcante, a cultura cria pontes e humaniza a Justiça, evidenciando que, por trás da formalidade do cargo, existem histórias, sensibilidades e experiências compartilhadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">🎧 </span><i><span style="font-weight: 400;">No vídeo a seguir, o magistrado reflete sobre como atividades culturais contribuem para a aproximação entre o Judiciário e a sociedade.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo diante das exigências próprias da jurisdição trabalhista — que muitas vezes extrapolam o espaço do gabinete — Antônio Cavalcante destaca a importância de reservar um tempo para si, destinado ao lazer e aos hobbies. Para ele, esse momento não é secundário, mas parte fundamental do crescimento pessoal e do equilíbrio necessário à atuação profissional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, a música se apresenta como um espaço de respiro, reconexão e expressão, no qual a formalidade cede lugar à sensibilidade e ao sentimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao final, o magistrado traça uma analogia que sintetiza sua visão: as leis se assemelham a partituras. Estão escritas, estruturadas, mas precisam ser interpretadas. E essa interpretação exige técnica, sensibilidade e compromisso, assim como ocorre na música.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na magistratura ou no saxofone, o objetivo é comum: buscar harmonia, equilíbrio e, acima de tudo, justiça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao compartilhar sua relação com a música, o juiz do trabalho Antônio Cavalcante evidencia que a magistratura é exercida por profissionais que conciliam técnica, responsabilidade e sensibilidade. A experiência com o saxofone reforça a importância do equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, contribuindo não apenas para o bem-estar individual, mas também para uma atuação mais humana e consciente no exercício da jurisdição. Iniciativas que valorizam a cultura e o lazer reafirmam o compromisso da magistratura com a aproximação institucional e com a construção de uma Justiça cada vez mais próxima da sociedade.</span></p>
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		<title>28 de janeiro: o avanço das denúncias, o combate ao trabalho escravo e o compromisso permanente da magistratura trabalhista da Paraíba</title>
		<link>https://www.amatra13.org.br/noticias/28-de-janeiro-dia-nacional-do-combate-ao-trabalho-escravo-um-momento-de-reflexao-para-a-magistratura-trabalhista-da-paraiba/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[B2B Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 15:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A AMATRA 13 reforça seu compromisso com a promoção de uma sociedade digna, onde o trabalho seja valorizado e os direitos humanos plenamente ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">A AMATRA 13 reforça seu compromisso com a promoção de uma sociedade digna, onde o trabalho seja valorizado e os direitos humanos plenamente respeitados.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A data rememora a tragédia de Unaí (MG), quando quatro auditores fiscais do trabalho foram assassinados durante ações de fiscalização em 2004. Desde então, tornou-se um símbolo de luta, mobilização e afirmação do compromisso com a dignidade humana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A data destaca a importância da conscientização social, da fiscalização contínua e da atuação das instituições que defendem os direitos trabalhistas. O combate a essa prática não envolve apenas repressão, mas também educação, informação e prevenção. Dados recentes reforçam a urgência desse enfrentamento: somente em 2025, o Brasil registrou 4.515 denúncias de trabalho análogo à escravidão, um aumento de 14% em relação a 2024, quando já havia sido alcançado um recorde histórico, com 3.959 registros, segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As denúncias de 2025 envolvem casos de trabalho escravo infantil, além de adultos submetidos a jornadas exaustivas, condições degradantes de trabalho, servidão por dívida e restrição de liberdade, práticas que caracterizam crime conforme a legislação brasileira. Os números confirmam a persistência dessa violação e indicam mudanças importantes em seu perfil: em 2024, 30% das vítimas resgatadas estavam em áreas urbanas, demonstrando a expansão do trabalho escravo contemporâneo para além do meio rural, historicamente associado a grandes propriedades agrícolas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde 1995, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania já contabilizou mais de 65 mil pessoas resgatadas de condições análogas à escravidão, com predominância de ocorrências nos setores da construção civil e do agronegócio. A denúncia é um instrumento fundamental nesse processo e pode ser feita por qualquer cidadão por meio do Disque 100, canal nacional de atendimento que funciona 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">O papel essencial da magistratura trabalhista da Paraíba</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O enfrentamento ao trabalho escravo contemporâneo também depende da atuação firme e comprometida dos juízes, desembargadores, magistrados, servidores e equipes técnicas da Justiça do Trabalho. São esses profissionais que, diariamente, analisam denúncias, fiscalizam irregularidades, promovem audiências, garantem decisões que protegem trabalhadores e orientam políticas públicas voltadas à promoção do trabalho digno.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com atuação ética, técnica e sensível, asseguram que a lei seja cumprida, que violações sejam responsabilizadas e que direitos fundamentais sejam preservados. O compromisso dos agentes da AMATRA 13 é decisivo para que cada ação, cada projeto e cada decisão judicial contribuam para o avanço no combate à exploração laboral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A atuação técnica, ética e comprometida da magistratura da 13ª Região fortalece o enfrentamento ao trabalho escravo e assegura que a Justiça do Trabalho permaneça como uma das principais barreiras institucionais contra violações de direitos fundamentais.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Educação e conscientização: iniciativas apoiadas pela AMATRA 13</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A AMATRA 13 possui histórico de incentivo a projetos educativos e de formação cidadã voltados à prevenção do trabalho escravo. Por meio de ações desenvolvidas por magistrados associados — como palestras, atividades em escolas, debates públicos e participação em campanhas interinstitucionais — a entidade contribui para levar informação à população, especialmente a jovens e trabalhadores em situação de vulnerabilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas iniciativas ampliam a compreensão social sobre o que caracteriza o trabalho escravo contemporâneo, como identificá-lo e quais são os canais disponíveis para denúncia, fortalecendo a rede de proteção aos trabalhadores.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Compromisso contínuo: mais um ano de luta por trabalho digno</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Que este seja mais um ano de enfrentamento firme e contínuo ao trabalho escravo. Denunciar, buscar informação e exigir o cumprimento da lei são atitudes essenciais para a construção de uma sociedade mais justa, segura e igualitária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A AMATRA 13 reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos fundamentais, com a valorização do trabalho digno e com o combate permanente a qualquer forma de exploração laboral. Juntos, é possível transformar realidades e assegurar que o trabalho seja sempre sinônimo de dignidade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Entrevista: Antônio Cavalcante e o papel da música na vida do magistrado</title>
		<link>https://www.amatra13.org.br/noticias/entrevista-antonio-cavalcante-e-o-papel-da-musica-na-vida-do-magistrado-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[B2B Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 11:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Juiz do Trabalho Antônio Cavalcante fala sobre magistratura, sensibilidade e o saxofone como expressão humana Entre processos, audiências e as exigências próprias da ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Juiz do Trabalho Antônio Cavalcante fala sobre magistratura, sensibilidade e o saxofone como expressão humana</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre processos, audiências e as exigências próprias da Magistratura do Trabalho, o juiz do trabalho Antônio Cavalcante encontrou na música — mais especificamente no saxofone — um espaço de sensibilidade, equilíbrio emocional e expressão humana. Titular da 1ª Vara do Trabalho de João Pessoa, ele compartilha como a arte dialoga com o exercício da jurisdição e contribui para a humanização do Judiciário.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5164 alignleft" src="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/DSC09590-266x300.jpg" alt="" width="304" height="343" srcset="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/DSC09590-266x300.jpg 266w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/DSC09590-909x1024.jpg 909w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/DSC09590-768x865.jpg 768w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/DSC09590-1363x1536.jpg 1363w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/DSC09590-1818x2048.jpg 1818w" sizes="auto, (max-width: 304px) 100vw, 304px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A relação de Antônio Cavalcante com a música teve início ainda na infância, influenciada pelo pai, professor de educação musical. Foi nesse ambiente que aprendeu teoria musical, leitura de partituras e deu os primeiros passos no clarinete. </span><span style="font-weight: 400;"><br /></span><span style="font-weight: 400;">Anos depois, já na vida adulta e antes da pandemia, decidiu se dedicar a um novo instrumento: o saxofone.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O contato com o instrumento despertou uma paixão que se consolidou com aulas e prática constante. Para o magistrado, a música exige atributos muito próximos daqueles demandados pelo exercício da magistratura, como disciplina, constância e sensibilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo ele, saber ouvir é uma virtude essencial tanto para quem julga quanto para quem interpreta uma partitura. Assim como no Direito, a música não se resume à observância de regras formais: exige interpretação, escuta atenta e envolvimento emocional, elementos que também permeiam a atividade jurisdicional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">📽️ </span><strong><i>No vídeo abaixo, Antônio Cavalcante explica como a disciplina inerente ao Judiciário influencia diretamente sua dedicação ao saxofone.</i></strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Entrevista: Juíz do trabalho Antônio Cavalcante e o papel da música na vida do magistrado na Paraíba" width="563" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/716qntUDVA4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o juiz, iniciativas culturais no âmbito institucional e associativo desempenham papel relevante ao aproximar a magistratura da sociedade. Ao revelar que magistrados e magistradas são pessoas com interesses, hobbies e trajetórias diversas, essas ações contribuem para fortalecer vínculos, promover empatia e reduzir a percepção de distanciamento entre o Judiciário e os jurisdicionados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na avaliação de Antônio Cavalcante, a cultura cria pontes e humaniza a Justiça, evidenciando que, por trás da formalidade do cargo, existem histórias, sensibilidades e experiências compartilhadas.</span></p>
<p><strong>🎧 <i>No vídeo a seguir, o magistrado reflete sobre como atividades culturais contribuem para a aproximação entre o Judiciário e a sociedade.</i></strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Entrevista: Juíz do trabalho Antônio Cavalcante e o papel da música na vida do magistrado na Paraíba" width="563" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/jB23KW6rrec?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo diante das exigências próprias da jurisdição trabalhista — que muitas vezes extrapolam o espaço do gabinete — Antônio Cavalcante destaca a importância de reservar um tempo para si, destinado ao lazer e aos hobbies. Para ele, esse momento não é secundário, mas parte fundamental do crescimento pessoal e do equilíbrio necessário à atuação profissional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, a música se apresenta como um espaço de respiro, reconexão e expressão, no qual a formalidade cede lugar à sensibilidade e ao sentimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao final, o magistrado traça uma analogia que sintetiza sua visão: as leis se assemelham a partituras. Estão escritas, estruturadas, mas precisam ser interpretadas. E essa interpretação exige técnica, sensibilidade e compromisso, assim como ocorre na música.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5166 alignleft" src="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/2eef5991-80cb-430b-8714-b0527f833cd7-1-240x300.jpg" alt="" width="254" height="318" srcset="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/2eef5991-80cb-430b-8714-b0527f833cd7-1-240x300.jpg 240w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/2eef5991-80cb-430b-8714-b0527f833cd7-1-819x1024.jpg 819w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/2eef5991-80cb-430b-8714-b0527f833cd7-1-768x960.jpg 768w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2026/01/2eef5991-80cb-430b-8714-b0527f833cd7-1.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 254px) 100vw, 254px" /></p>
<p><strong>Na magistratura ou n</strong><strong>o saxofone, o objetivo é comum: buscar harmonia, equilíbrio e, acima de tudo, justiça.</strong></p>
<p>Ao compartilhar sua relação com a música, o juiz do trabalho Antônio Cavalcante evidencia que a magistratura é exercida por profissionais que conciliam técnica, responsabilidade e sensibilidade. A experiência com o saxofone reforça a importância do equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, contribuindo não apenas para o bem-estar individual, mas também para uma atuação mais humana e consciente no exercício da jurisdição. Iniciativas que valorizam a cultura e o lazer reafirmam o compromisso da magistratura com a aproximação institucional e com a construção de uma Justiça cada vez mais próxima da sociedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Entre a Justiça, a música e o esporte: Juiz George Falcão revela como equilibra sua rotina</title>
		<link>https://www.amatra13.org.br/noticias/entre-a-justica-a-musica-e-o-esporte-juiz-george-falcao-revela-como-equilibra-sua-rotina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[B2B Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 15:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Magistrado compartilha seus interesses pessoais e sua trajetória profissional O juiz do Trabalho George Falcão é um exemplo de que a magistratura vai ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Magistrado compartilha seus interesses pessoais e sua trajetória profissional</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O juiz do Trabalho </span><b>George Falcão</b><span style="font-weight: 400;"> é um exemplo de que a magistratura vai muito além das salas de audiência. Antes de assumir a toga, sua vida já era marcada pela presença constante da música. Na adolescência, foi vocalista de bandas na época do Colégio Marista, entre elas a Águia Azul, que mais tarde evoluiu para novos projetos, como a banda Barril de Chope.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o tempo, porém, a dedicação aos estudos para o concurso público exigiu uma escolha: seguir a carreira jurídica. Mesmo assim, a música permaneceu como um hobby que, vez ou outra, retorna com força. Alguns colegas de Tribunal também compartilham desse interesse, o que possibilita encontros musicais entre magistrados ao longo do ano.</span></p>
<p><figure id="attachment_5056" aria-describedby="caption-attachment-5056" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-5056" src="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-08.44.10-300x221.jpeg" alt="" width="300" height="221" srcset="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-08.44.10-300x221.jpeg 300w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-08.44.10.jpeg 738w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-5056" class="wp-caption-text">Foto enviada por Juiz George Falcão</figcaption></figure></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, o juiz dedica mais tempo aos esportes — vôlei de praia, corrida e tênis — práticas que considera essenciais para manter a qualidade de vida. “Esses hobbies são como um remédio diário. Precisamos colocá-los como prioridade”, afirma. Para ele, a organização da rotina é fundamental para conciliar trabalho, vida pessoal e atividades que proporcionam bem-estar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">George destaca ainda como seus interesses influenciam sua atuação profissional: “O esportista é mais aguerrido, quer vencer. O músico tem carisma com o público. Esses traços ajudam até nas funções jurisdicionais.” Segundo ele, essas vivências contribuem para sua postura humana diante dos casos que chegam todos os dias à Justiça do Trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><figure id="attachment_5057" aria-describedby="caption-attachment-5057" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-5057" src="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-08.47.55-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-08.47.55-300x200.jpeg 300w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-08.47.55-1024x682.jpeg 1024w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-08.47.55-768x512.jpeg 768w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-08.47.55-1536x1023.jpeg 1536w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-08.47.55.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-5057" class="wp-caption-text">Foto enviada por Juiz George Falcão</figcaption></figure></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A história de George Falcão reforça que magistrados também são cidadãos com paixões, vivências e buscas pessoais, e que esse lado humano fortalece o compromisso com a Justiça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por B2B Comunicação Integrada</span></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.amatra13.org.br/noticias/entre-a-justica-a-musica-e-o-esporte-juiz-george-falcao-revela-como-equilibra-sua-rotina/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>22º Congresso Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Conamat) acontece entre os dias 29 de abril a 02 de maio de 2026</title>
		<link>https://www.amatra13.org.br/noticias/voce-magistradoa-ja-reservou-seu-hotel-para-o-conamat-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[B2B Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 12:00:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A magistratura trabalhista brasileira já se prepara para um dos mais importantes encontros nacionais da categoria. O 22º Congresso Nacional das Magistradas e ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A magistratura trabalhista brasileira já se prepara para um dos mais importantes encontros nacionais da categoria. O 22º Congresso Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho (CONAMAT) será realizado de 29 de abril a 2 de maio de 2026, no Centro de Convenções do Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, reunindo juízes e juízas de todo o país para quatro dias de debates, estudos e construção coletiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Promovido pela ANAMATRA, o evento terá como tema central:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span> <b>“Justiça do Trabalho independente para um mundo em transição; competência e independência judicial; inteligência artificial e trabalho protegido.”</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A proposta reflete os desafios contemporâneos vivenciados pelo Judiciário, especialmente diante das transformações tecnológicas, sociais e climáticas que impactam diretamente as relações de trabalho e a atividade jurisdicional. O congresso também destaca a importância da independência e da competência judicial como pilares da proteção social e da cidadania.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Eixos temáticos</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O CONAMAT 2026 está organizado em três grandes eixos de discussão: </span></p>
<ol>
<li><b> Trabalho Protegido</b></li>
</ol>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Centralidade do emprego formal</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Competência e independência judicial</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Trabalho na sociedade digital</span></li>
</ul>
<h3><b>2. Inteligência Artificial e a Justiça do Trabalho</b></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ética e regulação algorítmica</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ferramentas e atuação judiciária</span></li>
</ul>
<h3><b>3. Mudanças Climáticas e Justiça Social</b></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sustentabilidade nos tribunais e nas relações laborais justas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Atuação do Judiciário na promoção da justiça social</span><span style="font-weight: 400;">
<p></span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Os temas refletem a complexidade do cenário atual e reforçam o papel estratégico da Justiça do Trabalho na regulação das novas formas de trabalho, na defesa de direitos e na construção de soluções para questões emergentes.</span></p>
<h2><b>Hospedagem e estrutura do evento</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os </span><b>hotéis Golden Tulip e Royal Tulip Brasília Alvorada</b><span style="font-weight: 400;"> serão os oficiais do congresso. As tarifas exclusivas para os participantes já estão disponíveis, e todas as atividades ocorrerão no Centro de Convenções do Royal Tulip, facilitando o deslocamento dos congressistas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A organização orienta que magistrados e magistradas </span><b>façam suas reservas com antecedência</b><span style="font-weight: 400;">, garantindo hospedagem nos hotéis oficiais e melhor integração com a programação do evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Link para os pacotes de hospedagem:</span> <a href="https://www.anamatra.org.br/eventos/evento/22-conamat#sobre"><span style="font-weight: 400;">22º Congresso Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Conamat)</span></a></p>
<p><b>Participe</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O CONAMAT é tradicionalmente um espaço de formação, atualização e articulação institucional, reunindo a magistratura trabalhista para debater os rumos da Justiça do Trabalho e os desafios do mundo do trabalho contemporâneo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A AMATRA 13 incentiva a participação de seus associados e associadas neste importante momento de diálogo e fortalecimento da atuação judicial.</span></p>
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		<title>Janeiro Branco: estratégias para preservar a saúde mental no exercício da magistratura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[B2B Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 11:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O início do ano marca também o período da campanha Janeiro Branco, iniciativa nacional voltada para a sensibilização sobre saúde mental e o ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O início do ano marca também o período da campanha Janeiro Branco, iniciativa nacional voltada para a sensibilização sobre saúde mental e o estímulo a práticas de autocuidado. Para a magistratura, cuja rotina envolve decisões complexas, cobranças constantes e elevada responsabilidade social, o tema ganha relevância especial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A AMATRA 13 reforça que a campanha não se limita à conscientização sobre transtornos psicológicos. Seu propósito é provocar reflexão sobre hábitos, limites e estratégias que permitam ao magistrado exercer suas funções com equilíbrio emocional, bem-estar e qualidade de vida.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Demandas emocionais próprias da profissão</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O trabalho jurisdicional impõe um conjunto de desafios que influenciam diretamente a saúde mental. Volume processual elevado, prazos rigorosos, exposição a conflitos constantes, isolamento funcional e a necessidade de tomada de decisões difíceis compõem um cenário de alto desgaste emocional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora o recesso e as férias do início do ano ofereçam uma pausa necessária, a recuperação plena depende também de práticas contínuas de cuidado — algo que a campanha incentiva como parte da rotina, e não apenas como resposta a momentos de crise.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Compromisso institucional com o cuidado emocional</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao destacar o Janeiro Branco, a AMATRA 13 reafirma seu compromisso com a promoção de um ambiente de trabalho saudável e acolhedor. A saúde mental é componente essencial para o exercício pleno da função jurisdicional e para a construção de uma Justiça do Trabalho humanizada e eficiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A campanha também reforça que buscar apoio especializado é um gesto de responsabilidade consigo mesmo e com a atividade jurisdicional — não um sinal de fraqueza, mas de consciência profissional.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Reflexão para o ano que começa</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Janeiro Branco convida magistrados e magistradas a dedicarem alguns minutos de introspecção: como estou me sentindo? O que preciso ajustar para trabalhar e viver melhor? De que forma posso fortalecer meu bem-estar ao longo do ano?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cuidar da saúde mental é sustentar a capacidade de julgar com serenidade, sensibilidade e equilíbrio. Que 2026 seja um ano marcado por hábitos mais saudáveis, mais consciência emocional e mais ações que promovam qualidade de vida no exercício da magistratura.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Estratégias práticas para preservar a saúde mental na rotina da magistratura</span><span style="font-weight: 400;">:</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"> A atividade jurisdicional exige longas horas sentadas, leitura extensa de processos, análise constante de conflitos e decisões complexas, fatores que podem gerar estresse e ansiedade. Essa é uma área que requer extrema atenção e cuidado, sendo fundamental reconhecer os sinais de desgaste emocional. Diante das especificidades do labor jurisdicional, algumas práticas simples e realistas podem contribuir significativamente para o cuidado emocional e o equilíbrio no dia a dia:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as práticas recomendadas estão: realizar pausas regulares durante o expediente, praticar técnicas simples de respiração consciente, alternar tarefas para evitar sobrecarga cognitiva e manter atividade física leve ao longo do dia. Para auxiliar nesse processo, o uso de smartwatches surge como ferramenta complementar importante. Esses dispositivos ajudam a monitorar hábitos, indicar momentos de alongamento, respiração ou movimento, além de registrar dados fisiológicos relevantes — recursos que contribuem para maior consciência sobre o próprio bem-estar. Embora não substituam acompanhamento médico, são aliados valiosos para o autocuidado. Monitorar a própria saúde é um passo fundamental para garantir qualidade de vida dentro e fora do ambiente de trabalho</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Integrar essas práticas ao cotidiano, aliando consciência corporal, organização do trabalho e uso responsável da tecnologia, pode contribuir para uma experiência profissional mais saudável, humana e sustentável. Cuidar de si mesmo é também uma forma de cuidar da Justiça.</span></p>
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		<title>Retrospectiva 2025 e perspectivas para 2026: um ano de consolidação institucional e protagonismo do Direito do Trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[B2B Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 11:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ano de 2025 marcou um ciclo de importantes avanços institucionais, debates jurídicos estruturantes e celebrações históricas para a Justiça do Trabalho da ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O ano de 2025 marcou um ciclo de importantes avanços institucionais, debates jurídicos estruturantes e celebrações históricas para a Justiça do Trabalho da Paraíba. A AMATRA 13 atuou de forma ativa em todos esses movimentos, acompanhando pautas centrais do Judiciário, do Legislativo e do Executivo, e reforçando sua presença institucional em temas sensíveis ao Direito e ao Processo do Trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A retrospectiva do ano ganha destaque sobretudo pela celebração dos </span><b>40 anos de criação do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região</b><span style="font-weight: 400;">, marco que mobilizou magistrados, servidores e a sociedade paraibana ao longo de diversas ações comemorativas. O período também foi marcado pela </span><b>posse da nova gestão do TRT13</b><span style="font-weight: 400;">, pelo fortalecimento de debates nacionais e pela consolidação de entendimentos relevantes no âmbito da Justiça do Trabalho.</span></p>
<p><b>Entre os reconhecimentos de maior expressão, o TRT da Paraíba conquistou o Selo Ouro no Prêmio CNJ de Qualidade 2025</b><span style="font-weight: 400;">, alcançando 89,2% de desempenho entre os Tribunais do Trabalho de pequeno porte. O anúncio ocorreu durante o 19º Encontro Nacional do Poder Judiciário, em Florianópolis (SC), e representa mais que um marco administrativo: é o reconhecimento nacional da dedicação diária de magistrados(as), servidores(as) e terceirizados(as), cujo trabalho coletivo consolida o Tribunal como referência em eficiência, inovação e compromisso com a prestação jurisdicional. A premiação também celebra a dimensão social da atuação do Regional, que se dedica não apenas ao julgamento de processos, mas ao fortalecimento do diálogo, da pacificação social e da aproximação entre trabalhadores e empregadores. Ao comentar o resultado, a presidente do TRT-PB, desembargadora Herminegilda Leite Machado, destacou que a conquista é fruto do esforço conjunto de todos que integram o Tribunal, e uma vitória que pertence à sociedade paraibana. A declaração da presidente reforça que o Selo Ouro constitui um marco histórico, que enaltece a trajetória do Tribunal e reconhece o valor de cada pessoa que o integra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao refletir sobre o desempenho da AMATRA 13, o presidente, Juiz </span><b>Marcelo Rodrigo Carniato</b><span style="font-weight: 400;">, avalia que 2025 foi um ano de simbolismos e de intensas discussões jurídicas, que recolocaram o Direito do Trabalho no centro do debate nacional.<br />
</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5123 alignnone" src="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8195-225x300.jpg" alt="" width="303" height="404" srcset="https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8195-225x300.jpg 225w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8195-768x1024.jpg 768w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8195-1152x1536.jpg 1152w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8195-1536x2048.jpg 1536w, https://www.amatra13.org.br/site/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8195-scaled.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 303px) 100vw, 303px" /></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Segundo o magistrado:</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">“2025 foi um ano que começou com a posse da nova gestão do TRT13 e que se encerra com um marco histórico: os 40 anos de fundação do Tribunal. Tivemos eventos emblemáticos, como o Congresso Internacional realizado em outubro, e a corrida institucional que celebrou esse vínculo da Justiça do Trabalho com a sociedade paraibana. Também vivemos um período de intensos debates no Supremo Tribunal Federal, especialmente em torno da pejotização e da licitude da contratação por aplicativos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No TST, houve a consolidação de precedentes que buscaram uniformizar entendimentos e ampliar a segurança jurídica. No Legislativo, temas como a possível transição da escala 6&#215;1 para novos modelos de organização laboral ganharam espaço e devem voltar com força em 2026.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fala do presidente dialoga diretamente com os principais eixos que marcaram o ano: o fortalecimento da institucionalidade, a agenda de formação e integração, a defesa das garantias da magistratura e o acompanhamento sistemático de pautas que afetam o mundo do trabalho. A AMATRA 13, em parceria com a ANAMATRA, esteve presente em debates estratégicos junto ao CSJT, ao CNJ e em discussões legislativas de impacto nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Carniato enfatiza que o cenário de 2026 exigirá atenção redobrada, já que se trata de um ano eleitoral, período em que grande parte das movimentações legislativas e institucionais ocorre concentrada no primeiro semestre.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Como ele destaca:</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">“Nossa expectativa é seguir trabalhando pela categoria e acompanhando de perto o desenvolvimento dos temas que afetam o direito e o processo do trabalho, fortalecendo a contribuição da AMATRA 13 no âmbito legislativo, no Executivo e nos órgãos de governança do Judiciário.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com perspectivas de debates intensos e continuidade de projetos estruturantes, a AMATRA 13 inicia 2026 reafirmando seu compromisso com a defesa da magistratura e com o fortalecimento da Justiça do Trabalho na Paraíba e no Brasil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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